domingo, 27 de novembro de 2016

sábado, 26 de novembro de 2016

Vencedores Induzem ao Erro


Vencedores Induzem ao Erro

 de Forma Criteriosa


Aprenda quando e como induzir ao erro



Por Alan Schoonmaker


O engano é essencial no poker, mas muitas pessoas não analisam quando e como devem induzir ao erro. Elas fazem o que as deixa confortáveis, não o que garante melhores resultados. Alguns jogadores adoram blefar tanto que fazem isso com muita frequência, mesmo contra “pagadores”. Outros fazem slowplay ou tentam fazer check-raises, ou não blefam o suficiente contra “rochas”.

Decidir quando e como induzir ao erro depende primeiramente das habilidades e estilos de jogo de seus oponentes. Este material é de meu livro Psicologia do Poker.

Contra Jogadores Loose-Aggressive (JLAs)
Não tente blefar contra eles.
Não tente roubar seus blinds ou bring-ins. Você pode ganhar muito pouco, mas perder bastante.
Aposte, aumente ou faça check-raise pelo valor contra eles nas streets finais. Se você achar que tem a melhor mão, abuse.
Convide-os a blefar. Eles adoram fazer isso.
Dê check-raise com frequência. Um check-raise é menos arriscado e mais lucrativo contra eles do que qualquer outro jogador. O perigo de todo mundo pedir mesa depois de você é obviamente reduzido, e muitas pessoas vão pagar se ele apostar.
Faça slowplay com mãos grandes. Deixe os JLAs construírem o pote, pois mais pessoas vão pagar as apostas deles do que as suas.

Contra Jogadores Loose-Passive (JLPs)
Aposte e aumente pelo valor com mãos fracas ou questionáveis. Você pode apostar pelo valor com mãos bem fracas, porque eles vão pagar até mesmo com algumas muito fracas.
Não blefe.
Não tente dar check-raises, pois eles em geral vão pedir mesa depois de você.
Não faça slowplay com grandes mãos. Como eles podem não apostar ou aumentar, você vai perder mais dinheiro nessa rodada e aumentar a chance de alguém acertar um draw que lhe derrote.

Contra Jogadores Tight-Passive (JTPs)
Não dê check-raises. Eles provavelmente vão pedir mesa depois de você, a não ser que lhe derrotem.
Não faça slowplay com grandes mãos.
Blefe e semiblefe com frequência, mas seletivamente. Eles são as pessoas mais fáceis de blefar, pois largam mãos relativamente boas. Mas se lembre de que eles pedem mesa com mãos com as quais a maioria das pessoas aposta. Se você blefar porque eles pediram mesa, pode se chocar ao ver uma boa mão.
Roube os blinds ou antes deles. Um JTP quase nunca dá call. Se ele pagar, é improvável que aposte, pois tem medo de seu aumento, e você tem chances de acertar um draw.

Contra Jogadores Tight-Aggressive (JTAs)
Como a maior parte dos oponentes mais difíceis é tight-aggressive, você precisa induir ao erro. Caso contrário, eles vão ler você e lhe superar. Para dicas específicas, leia o livro de Barry Tanenbaum, Advanced Limit Hold’em Strategies. Meu livro deu apenas algumas recomendações gerais.
Varie seu jogo. Ser previsível pode ser mortal contra eles. Se você não variar seu jogo, eles logo aprendem a ler você, depois lhe derrotam sem misericórdia.

Faça menos blefes puros, mas esteja disposto a semiblefar. Geralmente é mais fácil blefar contra bons jogadores do que ruins, mas bons JTAs estudam os jogadores intensamente. Eles lêem bem as tells e tem autoconfiança suficiente em sua habilidade para pagar com mãos fracas. Talvez esse JTA não consiga ler você. Tente algumas vezes e siga as diretrizes para blefar contra JTPs. Se seu blefe funcionar, ótimo. Caso contrário, você foi avisado.

Não aposte pelo valor com mãos marginais. Como um JTA não estaria ali sem boas cartas, ele pode muito bem lhe derrotar. Se ele tiver uma mão melhor, provavelmente irá aumentar. Se você tiver a melhor, ele provavelmente irá desistir. Um bom JTA pode fazer jogadas que lhe induzem a cometer erros.
Dê check-raises com menos frequência. A lógica é a mesma da dos JTPs, mas é ainda mais forte devido ao perigo de um reraise. Como eles são tight, podem pedir mesa depois de você. Se apostarem, podem lhe derrotar. Pior ainda, se apostarem e você aumentar, eles podem reaumentar. Se sua mão merece uma aposta, vá em frente e faça isso.

Não tente roubar os blinds deles. Como JTAs não superprotegem seus blinds, suas tentativas de roubar geralmente vão ser bem-sucedidas. Contudo, quando falham, podem custar muito caro. Se um JTA paga, você fica cara-a-cara com um jogador difícil, e suas cartas são fracas. Esse é o último lugar em que você quer estar.


Quando e Como Você Deve Blefar?

Blefes de sucesso podem ser as mais divertidas formas de indução ao erro. Ganhar sem uma mão dá uma sensação muito melhor do que ganhar com uma. Para conseguir essa adrenalina, muitos perdedores blefam nos momentos errados e das maneiras erradas. As emoções superam sua motivação de lucro.

As informações seguintes são do livro de Matt Lessinger, O Livro dos Blefes, o trabalho definitivo sobre blefes. Como citações e paráfrases estão misturadas, eu omiti as aspas.
Primeiro e mais importante, a razão risco/recompensa (RRR) deve influenciar todas as suas decisões. Leve em conta três coisas:

1. Quanto lhe custa para blefar?
2. Quanto você vai ganhar se o blefe der certo?
3. Quais são suas chances de sucesso?
As perguntas nº 1 e nº 2 são geralmente fáceis de calcular, e Matt se concentra no nº 3, suas chances de sucesso. Ele lhe diz:

• Quando blefar lhe ensinando a analisar fatores como os estilos de jogo, padrões de call e tells de seus oponentes.
• Como blefar com muitos exemplos e seus Doze Provérbios do Blefe.

Todos eles são valiosos, mas eu posso discutir apenas três deles:

Nº 7: Indecisão leva ao erro. Você deve ser forte. Qualquer indecisão vai atuar contra você.
Nº 8: Um bom blefe conta uma história que a vítima acredita e compreende. Deixe a vítima ficar confiante em seu fold. A curiosidade geralmente provoca calls.
Nº 11: Você não pode ter medo de arruinar um blefe fracassado. Algumas pessoas evitam blefar por medo do constrangimento. Você tem que superar esse medo, porque — para jogar um poker ideal — muitos de seus blefes vão falhar.

O que importa é a quantidade de dinheiro que você ganha com os blefes que funcionam em comparação com o quanto você perde com os mal-sucedidos.

Sua questão primária sobre o blefe deve ser a mesma sobre todo o resto: que efeitos isso vai ter em seus lucros? Em outras palavras, blefe por lucros, não por diversão.


Leis dos Vencedores

Induzir ao erro de forma criteriosa é a grande diferença entre vencedores e perdedores. Muitos perdedores jogam muito sem criatividade ou fazem muitas jogadas complicadas por diversão. Quaisquer desses comportamentos prejudicam muito os objetivos deles. Como as emoções podem ter efeitos muito destrutivos sobre suas decisões, essas Leis dos Vencedores enfatizam o modo como você pensa e sente sua indução.

1. Aceite que a indução ao erro é tanto válida quanto necessária.
Você não pode ganhar sequer contra jogadores moderadamente competentes até aceitar essa realidade. Se você se sentir inibido quanto a induzir o oponente a errar, vai perder para qualquer um que saiba jogar.

2. Analise constantemente suas próprias motivações.
Pergunte-se repetidamente: Por que eu estou induzindo ao erro ou sendo previsível? Se você estiver fazendo isso por diversão ou por causa de inibições, provavelmente está perdendo fichas.

3. Induza ao erro ou seja previsível apenas quando isso aumentar seus lucros no longo prazo.
Esqueça a culpa quanto a induzir ao erro, seu medo de parecer tolo, e a adrenalina que sente executando jogadas complicadas. Faça o que for preciso para melhorar seus lucros no longo prazo. Como você pode ter que comprometer seus lucros no curto prazo, certifique-se de que seus sacrifícios valham à pena.





quinta-feira, 24 de novembro de 2016

WSOP 2016 - Evento Principal - Qui Nguyen - Mão Final

World Series of Poker 2016 - Evento Principal - Qui Nguyen - Winner Hand
November Nine acabou!
A grande vitória de Qui Nguyen para apreciar. Um premio total de USD 8.005.000,00, um sonho americano.




Free no deposit poker bonus at BankrollMob

terça-feira, 22 de novembro de 2016

Semi-Blefe



O Que é um Semi-Blefe?



O semi-blefe é uma técnica muito útil no Poker, ele se caracteriza por oferecer duas formas de você vencer: uma delas é forçando os adversários ao fold, e a outra é obter a melhor mão até o Showdown. Por isso é preciso fazer apostas altas logo após o Flop ser revelado. No entanto, há uma forma de verificar se a sua jogada de fato se qualifica como um semi-blefe.

Você precisa verificar se a sua mão converge com as cartas abertas de alguma maneira. Geralmente quem arrisca o semi-blefe tende a ser otimista ao extremo. Ele pensa que consegue tirar as outs que precisa para completar a mão mesmo que seja no Turn ou no River. Mas nem por isso deixa de aumentar as apostas. O semi-blefe tem uma margem muito alta de chance de ter sucesso. Os adversários até podem detectar um blefe de vez em quando, mas sempre haverá apreensão quando você estiver no meio de um semi-blefe (isso é impossível de se observar com 100% de precisão).

Portanto, a diferença do semi-blefe para o blefe é que o blefe só corresponderá às expectativas caso os adversários deem fold, e então você ganhará em cima do Fold Equity. Já o semi-blefe irá o impulsionar a aumentar a aposta na esperança tanto de ser pago quanto de darem fold.

Melhores Situações para Arriscar um Semi-Blefe


A situação perfeita para colocá-lo em prática é quando você consegue uma suited (cartas de mesmo naipe), e o Flop vem com 2 cartas que correspondem ao mesmo naipe que você conta na sua mão. Basta conseguir +1 carta desse mesmo naipe para você conseguir um Flush. Então, a melhor opção é aumentar a aposta. A sua chance de levar o pot é grande mas não concreta, mesmo assim você ainda deve apavorar o seu adversário e tentar forçá-lo a um fold, afinal, sua mão está quase completa.

Contar com um pocket pair também pode ser um motivo para fazer uso do semi-blefe. Você tem 5 cartas abertas para conseguir uma trinca ou quem sabe uma quadra.

O Straight quando ainda incompleto no Flop pode ser mais arriscado. Porém, haverá situações onde você deverá tomar a decisão de participar.

Fonte: Joga Poker



 
Clique na Imagem e pegue seu exemplar Grátis 

domingo, 20 de novembro de 2016

Pensando Ativamente




Pensando Ativamente




Por Nick Wealthall

É muito importante pensar. Parece uma afirmação meio óbvia, mas se você reparar algumas pessoas, políticos em especial, notará a absurda quantidade de pessoas que não pensam. Chega a ser ridícula de tão óbvia a importância de pensar enquanto joga poker. Eu já escrevi algumas vezes sobre jogar no piloto automático, quando você não necessariamente está jogando de forma horrível, mas toma decisões sem pensar. Todo jogador cai nesse erro às vezes, mas quando deveríamos supostamente estar jogando nosso “poker nota A”, a coisa é diferente.

Quanto mais atento o oponente for, mais importante se torna pensar no jogo.
A diferença entre um jogador competente e um top é a habilidade de se ajustar constantemente de acordo com cada oponente e situação. Há muito fatores dentro disto, mas tudo começa com pensar ativamente sobre a mão em que você está envolvido.

Eu joguei uma mão neste verão, em Vegas, que ilustra bem essa idéia – E dessa vez não era eu no piloto automático. Eu estava no cash game de mid-stakes e ele é jogado de forma parecida aos low-stakes online: Muitos ranges previsíveis e jogo pós flop fraco. Um jovem maníaco sentou à mesa e mudou tudo.

Rapidamente ele levou alguns potes e mudou sua frequência de jogo de dois terços para quase todas as mãos. De inicio eu não estava seguro sobre o quão bom ele era, mas depois de alguns showdowns ficou claro pra mim que ele não estava pensando muito e apenas atirando a torto e a direito. O problema era que eu estava sentado dois assentos à direita dele, então era muito difícil para eu fazer algo sem uma boa mão. Então, o jogo teve uma pausa e o jogador imediatamente saiu da mesa. Com ele praticamente ainda sentado, eu disse “Dealer, eu vou ficar naquele assento”.

Parece bobeira mudar de assentos para ter melhor posição sobre alguém, mas desde que não haja uma dança das cadeiras eu acho que é justo mudar de lugar. Faz parte da tática do jogo ao vivo. Enquanto eu sentava, ele disse “Hmm, mudando de lugar para tentar me pegar não é?”, eu respondi “Nah! Só não to conseguindo nenhuma carta ali”. Espero que meu sotaque e meus shorts de turista tenham convencido ele.

Eu não tive de esperar muito para tirar algumas fichas dele. Ele abriu no cut off e eu recebi As 8s. Three bet era uma opção, já que eu estava à frente do range dele, mas estávamos relativamente deeps, e eu queria que ele continuasse com a mão fraca, além disso, não tinha total certeza se iria para a guerra com A-8 suited.

O flop veio K-8-4 rainbow, bom para mim que quase sempre terei a melhor mão. Ele apostou e eu paguei. O turn foi um 9 offsuited, ele disparou novamente. Em uma situação normal eu tenho uma decisão a tomar. Entretanto, aqui eu pensei “Estou pagando todas as streets, e se ele conseguisse algo bom?”. Eu paguei e o river é traz uma dama. Ele apostou, eu paguei. Se ele tiver uma Q-5 eu ficarei triste, mas ele acenou e disse “você venceu”, e muckou a mão. Infelizmente eu tive de mostrar minha mão para levar o pote, e ele pode ver que eu estava pagando ele de forma light. Mas o melhor, é que pouco depois ele perdeu outro pote, e seu instinto maníaco se tornou em tilt.

O ponto sobre a mão não é meu jogo ou minha experiência em ter um jogador mega agressivo na mesa, mas sim, a falta de pensamento do vilão. Devemos lembrar que ele sabia que eu estava de olho nele, ele até comentou que eu estava tentando pegá-lo. Era claro que eu estava ciente da imagem dele: Ele sabia que estava aumentando 80% das mãos, disparando várias vezes nas três streets e levando uma tonelada de fichas. Ele sabia que tinha mudado de assento para ter ele em posição, e mesmo assim disparou cegamente.

Porém, eu mesmo errei ao pagar o flop e o turn muito rápido, possivelmente avisando que ele estava batido. Ele estava focado em apenas um pensamento: Disparar, disparar, disparar e não iria recuar por nada. Se ele tivesse parado e pensado, ele poderia ter salvo algumas fichas.

Fonte: Universidade do Poker


sábado, 19 de novembro de 2016

Negreanu e Selbst jogando Spin & Go Online na PokerStars

Daniel Negreanu e Vanessa Selbst jogam Spin & Go OnLine na PokerStars em um quarto de hotel, fazem diversas brincadeiras, se divertem e dão dicas para quem joga Spin & Go.
Video Imperdível!!!




quarta-feira, 16 de novembro de 2016

Hellmuth Odeia Perder

Poker Brat Odeia Perder! 

 

Por Phil Hellmuth


Nesses dias, tenho jogado muitos heads-ups de $50-$100. Tenho tido altos e baixos e, como não suporto perder, tem sido bastante frustrante para mim. 
Imagine: 50% do tempo eu estou irritado! Na verdade, eu no lucro no geral, mas esse ódio absoluto que eu tenho de perder afeta meu humor – como ficou evidente em meus acessos de raiva na ESPN todas as terças-feiras de outubro. 
Uma noite eu perdi cerca de $12.000, e estava bastante aborrecido. Mas antes que a perda começasse a me deixar de mau humor por uma hora, eu decidi usá-la em minha vantagem. Em vez de culpar meus oponentes e as cartas, eu olhei a fundo a maneira como eu tinha jogado ao longo das horas anteriores e, mais importante, a maneira como eu tinha gerenciado meu dinheiro online. 
Depois de muita reflexão, entendi que essas são as coisas que preciso melhorar: primeiro, preciso ganhar mais; segundo, preciso sair para um intervalo com mais freqüência; e terceiro, preciso manter minha paciência não importa quantos potes eu perca ou quantos bad beats eu sofra. Para resumir: paciência, paciência, paciência, tirar alguns intervalos ao longo do caminho e sair quando eu estiver à frente mais vezes.

Levando em conta que a altamente divulgada quantia que eu ganhei jogando torneios de poker é mais do que $10 milhões (não incluídos os ganhos e perdas em jogos paralelos), preciso superar esse efeito de mudança de humor que perder me causa. 
Ou não preciso? O fato de eu odiar tanto perder tem “me dado” tanta dor, frustração e medo que eu continuo tentando me certificar de que nunca perderei novamente — ou pelo menos de que eu jogo meu melhor o tempo todo e gerencio meu dinheiro da melhor maneira possível. Portanto, esse “efeito de odiar perder” tem me servido bem no longo prazo. Contudo, ele também tem me feito jogar menos poker nos jogos paralelos, tanto online quanto no mundo real. 
Alguns críticos (como meu amigo Daniel Negreanu) dizem que eu não jogo tanto porque sou um perdedor nos jogos paralelos. Isso é absurdamente inverídico! Eu ganhei dinheiro quase todo ano nos jogos paralelos desde 1987. 
Quando eu tive um ano de derrota, foi devido a não jogar muitas horas naquele ano. Em qualquer caso, eu não participo dos jogos paralelos com muita freqüência por causa desse efeito de odiar perder. Por exemplo, quando eu jogo no Bellagio três dias consecutivos e ganho muito duas vezes (digamos, $95.000 e $60.000) e então perco muito uma vez (digamos, $105.000), eu digo a mim mesmo: “Quem precisa dessa m****? Eu não quero perder $105.000 em um dia!” Esse dinheiro poderia ser usado em roupas e designs para minha linha de roupas “Poker Brat” (PokerBrat.com).

Mas voltemos aos heads-ups com blinds de $50-$100, em que o buy-in máximo é de $10.000. Eu geralmente entro com $5.000, e foi esse o caso nessa partida. Eu discutirei duas mãos, uma que ganhei e uma que perdi.

Primeiro, vamos dissecar a mão sortuda e as táticas que em empreguei. Meu oponente fez tudo $300, e eu paguei com Q♥4♥. O flop foi 9♥4♠3♥. Pedi mesa, meu oponente apostou $600 e eu aumentei para $2.400 (eu aumentei o tamanho do pote). Ele pagou, a carta do turn foi o A♦ e eu fui all-in com $7.600. Meu oponente deu insta-call, e o river foi o 10♥. Ele mostrou A-9, e eu levei o pote de quase $21.000 com um flush! Gosto da aposta de $600 do meu oponente no flop. Eu gosto de meu raise do tamanho do pote com um par e um flush draw. Eu corro perigo apenas se estiver enfrentando uma trinca, e posso me livrar de muitas mãos fracas que me derrotam. Minha aposta de $7.600 no turn foi muito agressiva, mas, para mim, era all-in ou pedir mesa.

Na segunda mão, meu oponente abriu com um mini-raise em um total de $200, e eu paguei com Q♥7♠. O flop veio Q♠10♥7♥. Eu pedi mesa, meu oponente apostou $250 e eu aumentei para $1.150 (quase o tamanho do pote). Meu oponente pagou, a carta do turn foi o 5♠ e eu pedi mesa. Meu oponente agora apostou $2.500 e eu concluí que precisava ir all-in com meus cerca de $9.000 restantes. Ele pagou instantaneamente, e eu pensei: “Oh-oh. Acho que estou em apuros”. O river foi o 10♣ e a mão de meu oponente estava virada para cima enquanto ele recolhia o pote: ele tinha K♣Q♣. 
Uau! Eu era favorito em mais de 6-1 para ganhar o pote com uma carta por vir (eu tinha 38 cartas vencedoras contra seis dele — três dez e três reis). Eu gosto da aposta de $250 do meu oponente no flop. Adoro meu aumento quase do tamanho do pote. Considero padrão o call dele. No turn, meu pedido de mesa foi OK, e uma aposta do tamanho do pote teria funcionado também. Eu não ligo para a aposta de $2.500 do meu oponente no turn. Meu all-in foi fantástico, e o pagamento dele foi péssimo! Imagine o seguinte: com apenas um par, meu oponente colocou $10.000 no pote que tinha começado pequeno – louco! Ele facilmente poderia estar tentando um draw inútil, caso eu tivesse uma trinca, ou seria um azarão em 13-1, caso eu tivesse Q-10. Obviamente, meu oponente achou que eu tinha um draw, como K♥J♥, e foi por isso que ele pagou. 
Ganhei uma, perdi uma, mas pelo menos eu é que fui agressivo em ambos os potes, pois fui all-in.



 
 Clique na Imagem para testar o Holdem Manager 2 Gratuitamente

terça-feira, 15 de novembro de 2016

Fedor Holz joga Cash Game Mixed

Cash Game Poker Mixed - Fedor Holz - Kings Casino Rozvadov

No maravilhoso King's Casino Rozvadov, um cash game poker misturando No Limit Hold'em e Omaha, com Fedor Holz e outros jogadores profissionais de poker. No final desta parte, Sam Trickett junta-se à mesa.

Divirta-se!