domingo, 2 de abril de 2017

Segredos do Sucesso no Spin & Go


Os Segredos do Sucesso no Spin & Go



Por Caio Pessagno


Muitos jogadores acreditam que não existe nenhuma habilidade envolvida em jogar Spin & Go's. Eles estão errados – existe muita habilidade envolvida em vencer um Spin & Go. Se você acha que eles são mais sorte, e culpa a falta de sorte quando você perde, então é provável que você esteja apenas arrumando desculpas para o fato de alguma outra pessoa levar o seu dinheiro. 

A primeira coisa a entender é o fator psicológico que a premiação variável cria. Em um Spin & Go o 'spinner' criará uma premiação determinada aleatória que pode ser algo até 10.000 vezes o seu buy-in! Os adversários ficarão frustrados se sair um prêmio baixo e podem jogar muito ansiosamente se o 'spinner' parar em um prêmio alto. Apesar de você poder não ter pensado nisso antes, o tamanho da premiação aferará diretamente a estratégia daquele jogo de Spin & Go. 

Eu diria que o tamanho da premiação é o principal fator no jogo. Antes que você possa pensar sobre a estratégia do Spin & Go você tem que ver primeiro onde o 'spinner' pára. Quando o 'spinner' pára em prêmios baixos, os seus adversários tendem a se frustrar e jogam muito soltos e de forma irresponsável. Eles vão all-in com mãos que deveriam jogar fora e decidem pagar all-ins com aquelas mãos que dificilmente estarão à frente. 

Quando o 'spinner' pára em prêmios altos, é o oposto. Os seus adversários ficam ansiosos demais e fecham muito o seu 'range' de mãos. Isso significa que eles jogarão muito 'tight', não pagando quando deveriam e não indo all-in quando seria lucrativo fazer isso. Você pode explirar ambos estes cenários. A única diferença real entre um Spin & Go e um Sit & Go Hiper-Turbo é o efeito da premiação variável. É difícil apresentar uma estratégia geral quando você nunca sabe por quanto está jogando! 

Quando o Spin & Go começa é fundamental que você tente fazer uma leitura rápida do estilo dos seus oponentes. Se o vilão é inexperiente, é mais provável que ele jogue solto e com mãos fracas se a premiação for baixa, e ele jogará mais preso e com mãos mais fortes se a premiação for alta. No primeiro caso, você pode se aproveitar jogando com um range de mãos mais forte. No segundo caso, você pode aproveitar a timidez do seu oponente roubando os blinds continuamente e procurando fazer pequenos blefes para construir o seu stack.

Existe apenas um último tipo de adversário para considerar – e este é o jogador que não mudará o seu estilo de jogo independente do tamanho da premiação. Estes normalmente são os jogadores regulares de Spin & Go e você não deve ajustar a sua estratégia devido ao resultado do 'spinner' contra esses caras.


Será muito tentador ver muitos flops quando os blinds estiverem realmente baixos e você ainda tiver as 500 fichas do seu stack inicial. No entanto, è importante não se deixar levar. Você deve se manter na mesma lógica de antes, e ter em mente como o tamanho do Spin & Go afetará os seus adversários. Em aproximadamente 70% dos Spin & Go's você jogará por um primeiro prêmio do dobro do seu buy-in. Nestes torneios, você deverá jogar um pouco mais tight no início porque os seus adversários vão jogar soltos. Quando o prêmio é melhor, os seus adversários jogarão um range menor e você deve jogar mais maos para explorar isso (roubando blinds e blefando nos flops). 

Com stacks relativamente pequenos e uma estruturá acelerada, o conceito de blefar nos Spin & Go's é interessante. Primeiro, você deve começar jogando os Spin & Go's usando um estilo de poker bem simples, do tipo ABC. Se isso estiver funcionando e você estiver vendo um retorno do investimento positivo ao jogar desta forma, então você pode começar a abrir o seu jogo e procurar por boas situações para blefar. Você precisa de alguma experiência para pegar o 'timing' para este jogo e para controlar o seu stack com perfeição. Apenas nesse ponto você deve começar a blefar. 

Nos níveis iniciais você não deve ir all-in pré-flop. Mesmo que pareça que você está sob pressão imediatamente, você não está. Você tem 25 big blinds para jogar nos estágios iniciais, então você tem muitas jogadas para usar antes de começar a ir all-in. Chegará a hora que nós temos que ser quem vai all-in pré-flop, e eu acho que o momento para fazer isso é quando você tem um stack de 7 big blinds ou menos. Assim como em qualquer tipo de jogo de poker, você deve procurar por situações favoráveis para colocar as fichas no meio da mesa e não apenas arriscar. 

Quando os oponentes começam a ir all-in contra você, os seus requisitos para pagar diferem muito dependendo do adversário e da premiação do Spin & Go. Se você acha que o seu oponente está frustrado porque a premiação é baixa, então você pode pagar com um range de A7s+/44+/KJ+ nos estágios iniciais. Entretanto, se a premiação é alta, você quer ter mãos melhores. Eu ajustaria este range agora para ser AJo+/88+. 

A última coisa a falar é sobre a estrutura o ganhador leva tudo dos Spin & Go's. Os jogadores mais fracos tendem a jogar super agressivamente por causa disso. Isto é um erro. Você precisa ficar calmo e sempre saber o número de big blinds do seu stack – normalmente é mais do que você pensa! Há definitivamente um argumento para tentar chegar no heads-up primeiro e ver o que acontece a partir de então. Na maior parte do tempo você estárá jogando o heads-up com um stack de 15 a 20 big blinds, o que é mais do que suficiente. Você pode derrotar o seu adversário sem pegar mãos fortes se estiver com esse tanto de fichas. 

Eu acredito que esta é uma abordagem melhor do que tentar 'jogar pela vitória' desde o início. Em todas as formas de poker, você tem que trabalhar duro para ganhar. Você tem que ler os seus oponentes, ficar de olho nos blinds, ajustar a sua estratégia e acompanhar os diversos outros detalhes que são necessários para vencer. Se você simplesmente sair disparando em vez de analisar a situação, você não está jogando corretamente. Se você chegar ao heads-up, aí sim é a hora de jogar muito agressivamente. Se o seu adversário tem 10 big blinds ou menos, você pode ir all-in em muitas mãos – Eu faria isso com um range bem amplo de todos os pares e 75s+!



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quinta-feira, 30 de março de 2017

Heads Up Poker em 2005

National Heads Up Poker Championship 2005.
Primeira temporada do National Heads-up Poker Championship em 2005 com um lendário duelo final. Doyle Brunson, Daniel Negreanu, Antonio Esfandiari, Henry Orenstein, Chip Reese, Barry Greenstein, Lee Salem, Todd Brunson, Erick Lindgren e muito mais.

Aproveite o show.







quarta-feira, 29 de março de 2017

Blefes e Equidade


BLEFES E EQUIDADE



Por: Danilo Telles

A maioria dos jogadores de NL não fazem blefes puros – eles blefam com mãos que tem equidade (ou semi-blefe). Vou dar alguns exemplos para nos guiar conforme seguimos adiante.

Exemplo 1: Blefe puro

Jogador TAG em MP abre e você paga com 2♥ 2♦ no Small Blind. O Big Blind dá fold e você vê o flop 4♥ 8♦ 9♠. Você dá check, o TAG dá c-bet e você dá check raise.

Equidade: Se o vilão tiver top pair ou over-pair aqui, você tem aproximadamente 8% de equidade.

Ponto chave: Se o vilão continuar, você desistirá da mão.

Exemplo 2: Mãos não-feitas com Grande Equidade

Jogador TAG em MP abre e você paga com A♦ Q♦ no BB. O flop vem T♦ 2♦ 4♠. MP aposta e você dá c/r.

Equidade: Você é o favorito contra mãos do tipo um par (sem ás de kicker). Contra AsTs você tem 46% de equidade no flop. Até mesmo contra K♦ K♠ você tem 44% de equidade. No pior cenário você está enfrentando um set, mas ainda assim você tem 26% de equidade.

Se ele der reraise, é improvável que você desista da mão. Então… se você não irá desistir da mão, não está realmente blefando – você está apenas jogando sua equidade nessa situação.

Exemplo 3: Blefando com Equidade Marginal

Aqui temos alguma área cinza. Por exemplo, você pega Q♦ J♦ no Big Blind e paga um raise do MP (não estou dizendo que esta é uma jogada vencedora, mas para este exemplo, vamos assumir que sim).

O flop vem 8♦ 9♥ 5♠. Você dá c/r na c-bet do MP. Aqui você tem um gutshot para o nuts, backdoor flush e overcards que serão potenciais outs.

Equidade: Contra uma mão como A♣ 9♣ você tem 41% de equidade. Contra mãos como KK você tem apenas 23% de equidade.

Se o vilão pagar seu c/r, você ainda pode continuar em vários turns, mas sua mão não será nem de perto tão forte quanto a do último exemplo – se o vilão der 3-bet neste flop você terá que desistir.

Resumindo:

Basicamente, a menos que seu jogo inclua um monte de blefes puros (como no exemplo 1) e blefes com equidade marginal (como o exemplo 3), você deve jogar muito tight fora de posição.

A razão principal para isso é que na maior parte do tempo você e seu oponente errarão o flop (ou ambos terão mãos fracas), e quem estiver em posição vai acabar levando o pote. Então se você estiver pagando com mãos como A♠T♠ e só jogar o pós-flop se acertar, você começará a perder dinheiro lentamente, e em algumas situações perderá toneladas.

Artigo traduzido, publicado originalmente no fórum norte-americano Two Plus Two.


terça-feira, 28 de março de 2017

Quando a maré não está para Fish




Quando a maré não está para fish


Diferenças entre jogar mal e se dar mal


Por Ed Miller



Você acaba de jogar quatro horas de no-limit hold’em em uma mesa de $1-$2. E perdeu $300. Você jogou mal? Ou simplesmente sua maré é que não está para peixe? Provavelmente, um pouco de cada. Pode ser distinguir separar “jogar mal” de “se dar mal” logo após a sessão terminar. Porém, se você quiser aprender com seus erros, vale a pena separar uma coisa da outra.

Há um monte de maneiras de as coisas não darem certo para você durante a sessão de poker, muitas delas são sutis. Não vou lhe ensinar, aqui, a racionalizar seus resultados ruins. Pelo contrário, entender como o fator sorte funciona em nosso esporte mental permite que você visualize melhor o que é ou não possível controlar. Vamos dar uma olhada em coisas que acontecem quando a maré não está, digamos, para “fish”...

Oponentes acertam cartas contra você

Essa é óbvia. É o “se dar mal” que dá na cara. Você vai all-in no turn com uma trinca maior contra uma trinca menor, e o sujeito acerta o único out no river, completando a quadra. Parceiro, isso é BBB: bad beat brutal.

Você não acerta nenhuma ou quase nenhuma mão por um tempo

“Eu não recebi um único par em quatro horas!” Acontece. “Eu tinha A-K ou A-Q sete vezes e não acertei nenhum parzinho!” Idem. Essa é óbvia. Nem vou me dar ao trabalho de aprofundar o assunto. 

Seus oponentes acertam mãos contra você

Essa aqui já sutil e frustrante. É diferente do primeiro tópico. Não é que você esteja colocando bem o dinheiro no pote e a carta errada aparece: em vez disso, seus oponentes estão simplesmente acertando mais mãos do que o normal.

Você dá raise de três big blinds pré-flop e toda vez alguém volta reraise. O jogo está hiperagressivo? Talvez, mas não se esses três reraises tiverem sido os únicos da última hora. Você simplesmente bateu de frente com mãos grandes três vezes. Isso é o que acontece quando a maré não está para peixe.

Você dá raise pré-flop com K-J e consegue dois calls. O flop vem 10-7-5. Os que pagaram dão check, você aposta, e um jogador dá call. O turn é um 7, e seu oponente faz uma aposta alta. Você se deu mal. Ponto.
Você dá raise pré-flop seis vezes em uma hora e meia, não acerta o flop nenhuma vez, e um oponente dá call ou raise na sua continuation bet. É frustrante pra caramba. E na maioria das mesinhas baratas, quase sempre é sinal de que você apenas se deu mal.

Agora você dá raise pré-flop com Q-Q, e o big blind paga. O flop vem J-9-3. Seu oponente dá check, você aposta, ele paga. O turn é um ás. Ele dá check, você aposta de novo, ele dá check-raise...

Esta forma específica de atolar a charrete pode ser traiçoeira. Ao contrário de simplesmente não receber nada para jogar, você está investindo dinheiro nas mãos antes de elas desandarem. Além disso, diferentemente de entrar no pote na melhor situação e perder, você não está chegando ao showdown: sua festa está acabando com o oponente dando raise, e você, fold; ou com ele dando call, e você, check e fold em seguida. Depois de algumas dessas, começa a passar pela sua cabeça, “será que os parceiros estão de marcação comigo?” É a vaquinha da sanidade começando a ir para o brejo.

Não se preocupe, a mesa não decidiu de repente conspirar para tirá-lo de todas as mãos. Você não está sendo perseguido. Chega de esquizofrenia. Os parceiros apenas estão acertando as mãos, e o molho está azedando por causa disso.


Seu oponente dá sorte

Você tem uma queda para flush de dama, e o ás do seu naipe aparece no river. Você coloca o dinheiro no pote, e seu oponente tem o flush de rei. Paciência, seu jipe acaba de capotar. Não há nada que você possa fazer.

Esse fenômeno é o mesmo do anterior, exceto que, em vez de o oponente dar raise e você ser forçado a dar fold, você tem uma mão forte o suficiente para ir all-in. Uma única baralhada pode arruinar uma sessão inteira, e frequentemente é apenas o vento que está soprando para o outro lado.


Seu oponente não acerta nada sempre que você completa a mão

Nesta noite, você acertou três trincas e dois flushes, e apostou no flop. Todos deram fold.

Esse tipo de coisa pode lhe fazer questionar seu jogo. Quando isso acontece com frequência, você começa a pensar, “Putz, eu devia estar fazendo slowplay com as minhas mãos fortes...”

Tudo bem, o slowplay às vezes faz sentido em no-limit. Mas basta um fio de cabelo para se tornar exagerado. Decisões de slowplay devem se basear na textura do bordo e nas tendências dos oponentes, e não no que aconteceu nas últimas cinco vezes em que você acertou uma mão forte no flop.


Sua mesa ou seu lugar é ruim

Essa vale, é claro, para torneios em que sua mesa e seu lugar são sorteados. Mas também pode acontecer em cash games.

“Como eu sou vencedor, espero ganhar X dólares por hora em média quando jogo”, você pensa. No entanto, esse número é a média de ganhos por hora em todos os jogos de poker que você participa em um ano (ou mais).

Em um dia qualquer, é possível ganhar muito mais ou muito menos.

Nem toda mesa de $2-$4 é igual. Um belo dia, você se senta para jogar e há um ricaço bêbado à sua direita com um stack de $5.000. Nessa situação, sua média de ganhos por hora seria considerada bem melhor. Outro dia, um bando de turistas está à sua esquerda, todos com stacks de US$200. Situação abaixo da média.

É preciso fazer algum esforço para escolher o melhor jogo e o melhor lugar. Se não houver nenhuma mesa boa, talvez você deva tentar um lugar diferente. No entanto, pela definição de “média”, você às vezes será forçado a jogar em uma posição ou mesa abaixo da expectativa. Vale a pena conhecer essa importante forma de se dar mal.




Considerações Finais

Metade das vezes em que você se sentar para jogar poker, é provável que se dê mal. Se for um jogador habilidoso, pode ganhar de qualquer forma, contanto que não se dê mal demais. No entanto, se você não acertar nenhum flop em cinco horas e o oponente tiver sorte na única vez em que você acertar, não importa o quão bom você seja. Bons resultados dependem de um pouco de sorte. Repito, um pouco.

É importante para a sua sanidade, assim como para suas tentativas de melhorar, que você seja capaz de revisar a sessão e distinguir os resultados ruins daqueles que você não podia controlar.

No entanto, não racionalize todos os resultados ruins como “eu me dei mal”. É normal que a gente faça uma jogada ruim aqui e ali. Na próxima edição, vou mostrar de que forma essas jogadas lhe colocam em situações que poderiam ter sido evitadas. 



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segunda-feira, 27 de março de 2017

Phil Hellmuth - Ases Amaldiçoados - Coleção Especial

Veja como Phil Hellmuth joga com Ases.
Hellmuth joga contra Phil Ivey, Tom Dwan, Karnofsky, Porter, Johnny Chan, Ashby, Bracy, Chris Ferguson, Jenkins, Richey, Shak e outros.




sábado, 25 de março de 2017

Kid Poker - Documentário


Kid Poker



Daniel Negreanu, a super estrela canadense do poker, campeão de cinco eventos do World Series of Poker e dois do World Poker Tour, agora é a figura central de “Kid Poker”, documentário homônimo ao apelido que usa no Team PokerStars Pro.

Este incrível jogador, agora com 40 anos, traçou uma trajetória brilhante no feltro verde desde que chegou em Las Vegas para jogar poker, há quase 20 anos, vindo do Canadá. Admirado pela sua postura de jogador campeão e por sua empatia junto aos fãs, ele está sempre na mídia ligada a assuntos relacionados ao poker – milhões de admiradores leem seus livros, artigos e blogs pelo mundo afora.
Além disso, ele aparece com frequência em programas de poker na TV, tanto como jogador como comentarista.

Produzido pela PokerStars Original Films, revela a personalidade, as habilidades e a inteligência de Daniel Negreanu – um dos maiores mitos do esporte da mente.

O documentario revela muito mais da vida do atleta por trás das cenas, claro, com destaque principal para sua carreira no poker, incluindo a chegada à Las Vegas, até a entrada no ‘Hall’ da fama do Poker, em 2014.

Filho de romenos, seus pais mudaram-se para o Canadá na década de 1960. “Kid Poker” começou sua carreira nas mesas de jogo em Toronto, antes de seguir para Las Vegas, o mais difícil cenário do poker mundial. Não obteve sucesso imediato, mas seu grande talento o fez seguir confiante e vencer torneios importantes até que, aos 23 anos, ganhou o primeiro bracelete WSOP (World Series Of Poker), em Las Vegas. Negreanu consagrou-se o mais jovem campeão da WSOP, recorde que manteve até 2004.

A partir daí, tornou um dos mais bem sucedidos jogadores da história, acumulando seis braceletes da WSOP, muitas vitórias em torneios ao vivo, e uma fortuna em premiações de mais de US$ 29 milhões. Hoje, o carismático Negreanu é principal integrante do Team PokerStars Pro e tem uma legião de fãs acompanhando sua carreira nas redes sociais: são mais de 361 mil seguidores no Twitter; mais de 50 mil seguidores no Instagram, 137 mil no Facebook e mais de 31 mil no seu canal de Twitch.


Dados Técnicos

Qualidade: WEBRip
Resolução: 1280 x 720
Formato Tela: Widescreen
Idioma Original: Inglês
Tipo de audio: Legendado
Legendas: PT-BR embutidas no video
Tamanho: 1Gb
Servidor: Mega





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sexta-feira, 24 de março de 2017

Felipe Mojave chega em 5º no PokerStars Championship


Felipe Mojave 5º no $10K High Roller

do PSC Panama


O Team PokerStars Pro garantiu um lugar na mesa final e um prêmio de $80.560 no último High Roller do PokerStars Championship Panama.

O evento $10.300 High Roller do PokerStars Championship Panama contou com 110 entradas, que deram origem a uma premiação total de $1.067.000, e entre os participantes esteve o craque brasileiro e Team PokerStars Pro Felipe 'FELIPEMOJAVE' Ramos.

Mojave teve uma excelente prestação, garantindo um lugar na mesa final, mas, infelizmente, acabou sendo eliminado na 5ª colocação após um grande cooler.

Na mão da eliminação, o brasileiro colocou as suas restantes 10bb no meio da mesa com KK mas François Billard acordou de AA e deu call no all-in do brasileiro. A board não ajudou Mojave e este acabou sendo eliminado com direito a um prêmio de $80.560.

O grande campeão foi o profissional irlandês Steve O'Dwyer, que já tinha alcançado a 4ª colocação no $50K Super High Roller do festival. Com este resultado o craque somou mais um belo prêmio de $240.451, resultante de um acordo no heads-up.





quinta-feira, 23 de março de 2017

Phil Hellmuth - Cash Game 2017

Cash Game High Stakes Poker com Phil Hellmuth no Sugar House Casino.
Jogadores na mesa: Phil Hellmuth, Doug Polk, Michael Kaufman, Olivier Busquet, Shaun Deeb, Marty Sigel e Kim.