segunda-feira, 10 de julho de 2017

Scoop 2017 com Viktor Blom - Isildur1

Scoop 2017 Evento 38-H $ 1.050 Stud Hi / Lo PokerStars
Com Viktor 'Isildur1' Blom

FL 7 Card Stud Hi / Lo
Buy-in: $ 1,000 + $ 50,00
Prizepool: $ 217K
Garantia: $ 75K
Entradas: 137
Lugares pagos: 32

Resultados:
1. lulDocumentos (Colômbia) $ 43,942.50
2. Bavoulis (Grécia) $ 33,635.00
3. Viktor 'Isildur1' Blom (Suécia) $ 24,955.00
4. Cal 'cal42688' Anderson (México) $ 18,445.00
5. Brian 'tsarrast' Rast (Brasil) $ 11,935.00
6. joaoMathias (Brasil) $ 9,765.00
7. Gakn29 (Reino Unido) $ 7,595.00
8. Maicoshaa (Rússia) $ 5,967.50

Scoop 2017 PokerStars





domingo, 9 de julho de 2017

sábado, 8 de julho de 2017

Ser Agressivo ou Não com Par de Damas?


Par de Damas em No-Limit Hold’em


Quando ser agressivo e quando tomar cuidado




Por Bob Ciaffone


Pares de damas são fáceis de jogar pré-flop em no-limit hold’em quando se tem um estoque muito pequeno. Se você tiver 25 big blinds ou menos, faça de conta que tem dois ases (e não está disposto a dar slowplay com eles). Você tem o terceiro nuts, mas quando suspeitar que a mão não valer a pena, estará muito envolvido para pisar no freio. Portanto, a receita do poker é ir com força total e torcer para que dê certo.

Damas compõem uma mão muito mais interessante quando há bastante dinheiro. Para efeito de discussão, suponha que você e todos os outros jogadores tenham estoques de 100 big blinds, e que não haja ante. Essa, é claro, seria uma situação comum em um cash game de limites médios ($5-$10 a $25-$50).

Eu vou fazer uma ressalva antes de prosseguir. É assim que eu jogo com duas damas, e como muitos profissionais jogam. Se você vir o flop com metade das mãos que recebe, os oponentes vão esperar que você tenha um lixo, o que faz com que você tenha uma surpresa bastante inesperada e desagradável para eles. Eu normalmente vejo apenas um ou dois flops por órbita (excluindo os blinds). Nesse contexto, duas damas ainda são uma mão acima da média, mas meus oponentes esperam que eu tenha algo decente. Obviamente, “decente” antes do flop pode virar um lixo quando o flop vem.

Eu posso fazer com duas damas algo diferente do que estou propondo nesta coluna, mas, se fizer, é porque meu oponente não é um jogador típico em sua abordagem do jogo. Quando vario, é porque meu oponente é um maníaco ou uma superrocha.

Eu não lembro a última vez que não dei raise pré-flop com um par de damas. Embora eu não encoraje o uso da palavra “automático” para qualquer coisa relacionada à estratégia do poker, o que você faz pré-flop em um pote não aumentado parece um pouco automático quando se trata de par de damas: você aumenta. 

Se o pote for aumentado antes de mim por outro jogador, a primeira coisa que eu analiso é a posição dele. Eu adoro jogar boas mãos de no-limit hold’em em posição, então raramente volto reraise quando seguro damas. Para mim, não faz muito sentido dar reraise se você vai “sair correndo e largar as crianças”, como diria Doyle Brunson. Quando eu dou reraise pré-flop em posição, faço isso com a intenção de jogar por todo meu dinheiro se meu oponente estiver disposto a tal. Com um grande estoque de 100 big blinds, eu quero algo melhor que damas para apostar toda a minha grana. Em outras palavras, eu preciso de ases ou reis. Reaumentar e dar fold não é uma sequência de apostas que eu utilize muito quando tenho posição.

Fora de posição a coisa muda. Eu fico mais disposto a ganhar um pequeno pote porque voltei reraise do que perder um grande pote porque não voltei. Se meu oponente abrisse raise de posição final e eu estivesse em um dos blinds, ele poderia ter uma enorme gama de mãos. Eu prefiro dar reraise em vez de participar de jogos de adivinhação. Se ele revidar com outro reraise, tenho uma difícil decisão em mãos. 

Se um jogador sólido abrir raise de posição inicial, por mais que eu quisesse detoná-lo e acabar logo com a mão, eu acho que um reraise é muito arriscado. Diante de um raise de posição intermediária quando estou nos blinds, eu não tenho uma política clara, e presto muito mais atenção a fatores como quem ele é, se ele está estagnado ou ganhando, e assim por diante.

Eu vejo que o estilo atual de muitos jovens é voltar reraise com mãos além de ases, reis ou A-K. Ainda assim, dar call num reraise com damas é um negócio arriscado. Eu não quero colocar 10% ou mais do meu estoque, pois esse não é o preço correto para tentar flopar uma trinca. Portanto, acho que você precisa ir adiante ou dar fold quando um call for colocar 10% ou mais do seu estoque comprometido. Com damas, é tentador pagar e prosseguir com sua mão se nenhuma overcard tiver aparecido no flop. Mas o que isso faz é impedir uma grande perda para A-K. Isso não lhe salva de ases ou reis, nem lhe permite ganhar de valetes ou dez.

A razão por trás de eu ser tão conservador com damas quando tenho muitas fichas é meu desejo de evitar a síndrome de “grande azarão, modesto favorito”. Se é provável que você esteja enfrentando ases, reis ou A-K, você é um azarão de mais de 4-1 contra um dos grandes pares, e favorito de cerca de 11-9 contra A-K. Então, mesmo que dê a sorte de estar enfrentando A-K, você está numa situação ruim. 

Agora que discutimos a teoria, vamos analisar algumas situações concretas e ver o que fazer na prática. Suponhamos que você está jogando com blinds de $5-$10 sem ante e, é claro, tem um par de damas.

1. Trata-se de um cash game live de no-limit hold’em. Você tem mil dólares e está no big blind. Três jogadores que têm estoques maiores que você entram de limp das posições under the gun, hijack e button. O small blind, que tinha um short stack de $250, dá raise para $75. O que você deve fazer? 

Resposta: a questão é se você deve apenas dar call ou reaumentar. Se pagar, pode muito bem atrair os outros. No flop, o short stack vai ter $175 restantes com um pote de $375. Você pode ter plena certeza de que ele vai fechar os olhos, torcer que aconteça o melhor e ir all-in. Essa é uma situação perigosa e altamente insatisfatória para você. Uma overcard, especialmente um ás, pode não lhe derrotar, mas torna um call uma opção não atraente, muito embora você tenha a melhor mão. Mesmo que consiga o que parece ser um bom flop com três undercards em relação a suas damas, como jogar a mão? Você realmente vai ter cuidado e apenas pagar, dando aos outros jogadores uma carta barata em um pote grande? Eu acho que a jogada pré-flop mais segura e melhor é voltar reraise.

2. Você está no button com duas damas vermelhas e tem cerca de mil dólares em fichas. Os outros jogadores têm estoques similares ao seu. O jogador under the gun dá call, alguns jogadores dão fold e o cutoff dá raise para $50. O que você deve fazer?

Resposta: eu prefiro apenas pagar. Esse não é um bom momento para querer aparecer. O jogador under the gun pode ter entrado de limp com um par alto. O cutoff tem uma boa mão quando dá raise diante de um único limper under the gun.

A conclusão com duas damas é que você deve ser agressivo pré-flop com um short stack, e cauteloso pré-flop com um estoque grande.






quinta-feira, 6 de julho de 2017

Ferguson Quebra o Record de ITMs na WSOP


Novo recorde de ITMs

 em uma só edição da WSOP


Chris Ferguson quebrou o recorde de ITMs em uma só edição da WSOP, mas John Racener e Ryan Hughes também já somam 14 premiações este ano.

O controverso jogador de poker Chris Ferguson, um dos antigos donos da Full Tilt, fez história na World Series of Poker. 

No início desta semana ele quebrou o recorde de número de ITMs conquistados ao longo de uma única edição da World Series of Poker.

Ao terminar na faixa de premiação do evento $888 Crazy Eights, Ferguson garantiu seu 14º ITM na série e quebrou o recorde de Roland Israelashvili, jogador que em 2016 conquistou 13 ITMs.

Mas não foi preciso muito tempo para Ferguson ver o seu novo recorde igualado, pois o atual líder do ranking de Jogador do Ano (POY) John Racener e Ryan Hughes também já levam 14 ITMs na WSOP deste ano.

Ao contrário de John Racener que já conquistou um bracelete este ano, treze das premiações de Ferguson foram apenas um mini-cash, mas ainda assim suficientes para colocá-lo no segundo lugar do ranking POY.

Fonte: PokerStrategy


High Stakes Poker com Phil Laak e Jennifer Harman

Cash Game High Stakes Poker com Phil Laak, Jennifer Harman e Jennifer Tilly. Rivers Casino. Poker Players: Phil Laak, Jennifer Harman, Jennifer Tilly, Jason Shuvnation Andrews, Matt Glantz, Tom Schneider, Mark Pegasus Smith, Dan Clarence Cletus Wolf, Nick Immekus, Chris Horter e Dave Eldridge.

High Stakes Poker Cash Game






segunda-feira, 3 de julho de 2017

sábado, 1 de julho de 2017

Abra seus Olhos e seu Jogo


ABRA SEUS OLHOS E SEU JOGO



Por Danilo Telles


Esses jogadores podem ter vários leaks sérios em seus jogos (que podem muito bem ser desconhecidos para eles) e ainda assim serem jogadores vencedores simplesmente a grande maioria dos seus oponentes não exploram seus leaks, e tem leaks muito maiores. Conforme esses jogadores sólidos sobem limites, eles encontram mais jogadores capazes de explorar seus leaks e que, de sua parte, possuem menos leaks. Vou falar um pouco das dinâmicas do jogo em algumas pequenas partes.

1 – Reraise Pré-flop


Muitos jogadores de medium stakes tem um range muito pequeno de mãos para reraise. Eles o farão com suas mãos grandes, e mesmo que seus ranges sejam muito pequenos, eles ainda ganham muito mais dinheiro com essas mãos do que deveriam, considerando quão bem definida essas mãos tendem a ser em certas situações. Esses mesmos jogadores se contentam em apenas pagar pré-flop com certas mãos, e mesmo que suas decisões em pagar possam ser +EV, eles nem mesmo consideram uma terceira opção, que seria o reraise. Em certas situações pagar pode até mesmo ser sua pior opção. Quando você está no SB enfrentando um raise do button ou do CO, o que você consegue com um cold call com a maioria de suas mãos?

Claro, pagar pode ser +EV em algumas situações, mas muitos nem mesmo consideram uma situação +EV onde um reraise funcionaria e quão maior esse EV em relação a apenas pagar (a mesma coisa frequentemente acontece em muitas situações entre raise vs overlimp, onde ambas podem ser +EV mas o raise pode ser uma opção muito melhor). Você provavelmente tem uma situação +EV logo no pré-flop, e se você for pago frequentemente terá outra situação +EV no pós-flop, mesmo desconsiderando sua mão atual. Ao optar pelo reraise, você ganha força, representa sua mão, força os oponentes a fazer uma mão, seu range de reraise obviamente aumenta, diminuindo os implied odds para pagar dos seus oponentes e quebrar sua mão, e aumenta sua ação nas mãos maiores já que jogadores observadores perceberão que você é capaz de aplicar um reraise light. Quanto mais altos os limites, mais oponentes observadores você encontrará.

Já o call, com mãos como KQ/AJ, você frequentemente desistirá da melhor mão quando errar (o que será na maior parte do tempo), e mesmo quando tiver um top pair favorável no flop, não estará certo de sua mão se enfrentar muita pressão em certas situações. Sua mão carrega reverse implied odds. Com mãos mais enganadoras seus implied odds para pagar o raise pré-flop do LP são geralmente muito pobres, já que o range de raise de LP tende ser maior. Você também irá errar a maioria das vezes, ou será forçado a largar suas mãos mais marginais (que frequentemente serão a melhor mão) por jogadores agressivos. Em ambos os casos você precisa de iniciativa. Você tem que se perguntar o que você realmente consegue ao pagar com algumas dessas mãos.


2 – Atirando o Second Barrel



Todos nós conhecemos e amamos a continuation bet. Bem poucas pessoas gostam do seu irmão menor, o second barrel. Elas o usam de vez em quando, mas bem menos do que deveriam. A continuation bet é uma jogada transparente que costuma funcionar bem o suficiente para o seu próprio mérito, mesmo que todos estejam sempre esperando que você aposta em todos os flops quando você aumentou antes. Se você aumenta com um range ligeiramente grande de mãos e aposta em muitos flops, alguém vai juntar as peças e perceber/explorar o fato de que você não tem nada no flop uma boa parte das vezes. Se você encontrar um jogador que reage a isso e simplesmente desistir na maioria das vezes quando for pago no flop e não tiver nada, você estará jogando dinheiro fora. Se você fosse desistir no flop ao dar check, mas percebe que apostar no turn provavelmente o faria largar a mão com freqüência suficiente para ser +EV apesar de quaisquer outs que você possa ou não ter, não há realmente uma decisão quanto à jogada a se fazer.

Além da situação ser +EV por si só, também será para implicações futuras. Quando seu oponente percebe que ele deve esperar uma aposta no turn uma boa porcentagem das vezes e você não está apenas desistindo quando ele paga no flop e você não tem uma boa mão, ele estará muito menos inclinado a brigar por potes contra você com mãos fracas. Agora suas continuation bets terão mais respeito daquele jogador, e você estará em vantagem na situação geral. Isso também leva a forçar seu oponente a cometer erros, e também a você ter mais informações gerais em várias ações subseqüentes e melhores leituras de mãos. Tudo leva a você fazer mais dinheiro.

Dito isto, não estou advogando para os jogadores atirarem um second barrel sem considerar todos os fatores importantes, e atirar novamente será queimar dinheiro em várias situações (já que as mãos dos oponentes serão definidas como desfavoráveis para você após eles pagarem no flop em uma situação em particular e/ou a situação não é lucrativa por outras razões). Eu estou simplesmente apontando que essa é uma situação muito comum que os jogadores percebem e estão deixando de ganhar no longo prazo. Eles podem se tornar jogadores muito mais fortes por utilizar isso nessas situações.


3 – Se dar um maior amortecedor



Se você me perguntasse há algum tempo atrás se eu suportaria um downswing de 10 buy-ins, eu responderia que entraria facilmente em tilt. Agora, downswings de 10 buy-ins não apenas são uma possibilidade, são esperados/inevitáveis. O poker é muito bom em criar uma ilusão por causa das sutis variâncias que pode ter. Swings são inevitáveis no longo prazo. Isso é óbvio e todos pensam que sabem disso, mas as pessoas realmente não aceitam. Os swings se tornam exponencialmente mais violento conforme os jogadores sobem nos limites e sua winrate cai.

Alguns jogadores de nl10 sobem para nl25 e perdem 10 buy-ins. Isso pode ser seriamente devastador para essa pessoa. Alguns dizem que um “move up” não deve ser tratado como um grande evento. Você deve subir gradualmente, e estar disposto a jogar em vários níveis que seu bankroll permitir sempre que você encontrar um bom jogo.

Nós devemos perceber o que é a variância e do que ela é capaz, e nos ajustar de acordo com o que estivermos dispostos a aceitar. Se você gosta da montanha-russa, é uma escolha sua. Mas se seu objetivo é uma boa subida na colina do dinheiro, com apenas alguns solavancos, então você deve considerar controlar melhor seu bankroll.


4 – Conclusão



Espero que este artigo ajude as pessoas a perceber o que os espera nos limites mais altos, ajude algumas pessoas a estarem mais dispostas a abrir seus olhos e tentar mudar seu modo de pensar um pouco, o que será necessário se querem continuar subindo para limites mais altos.






quarta-feira, 28 de junho de 2017

O Poder dos Pares


O Poder dos Pares



Por Moacir Martinez

O pocket pair (par de mão) é o tipo de mão que o jogador adora receber, obviamente, quanto maior, melhor. É com os pares, quando acertamos aquela trinca, que ganhamos um pote de gigante. Mas eles também pode se tornar vilões, mesmo os pares poderosos como os de Reis e Damas. No artigo desta edição, farei uma breve análise sobre dois pares, no mínimo, emblemáticos.


REIS


O par de Reis é a segunda mão mais forte do poker, mas que encontra a sua “kryptonita” com certa frequência: o bendito Ás no flop. Se você segura K-K, a chance de aparecer pelo menos um Ás no flop é de 22% (se levarmos em consideração que não conhecemos as outras 50 cartas do baralho). No entanto, se a ação chegar até o river, esse número sobe para 35%. Ou seja, aproximadamente, até o river, uma a cada três vezes um Ás aparecerá no bordo.

A conta para se chegar aos 22% do flop é bem simples:

São três cartas no flop, sendo que das 50 cartas no baralho, 46 não são Ases. Então, a chance de um Ás não aparecer na primeira carta do flop é 46/50. Na segunda carta, essa chance é de 45/49 e na terceira, 44/48. Assim:

46/50 x 45/49 x 44/48 = 77,44%

Ou seja, em 78% das vezes que o flop for virado, um Ás não vai aparecer. 



VALETES


Na mitologia do poker é comum sempre ouvirmos jogadores dizendo que par de Valetes nunca vencem ou que é a mão mais traiçoeira do poker. Brincadeiras à parte, o quanto disse é verdade.

Quando temos J-J, a chance de uma carta mais alta do que um Valete aparecer, logo no flop, é de 57%. Veja bem, existem 19.600 combinações para o flop, e em 11.164 (56,97%) delas pelo menos um Ás, uma Dama ou um Rei estará presente entre as três cartas. Ou seja, sempre que você estiver com J-J, prepare-se, pois será normal que a cada dois flops, pelo menos um tenha uma carta maior do que o Valete. Se a mão for até o river, essa chance sobe para 76%, o que representa praticamente 8 de 10 bordos com cartas acima de Valete.

Na tabela abaixo, você poderá ver com detalhes, matematicamente falando, quão vulnerável é um par em relação ao bordo:

Chance de aparecer uma carta maior no bordo quando você tem um par

* Para facilitar a memorização, todos os valores são aproximados.







terça-feira, 27 de junho de 2017

Mãos Insanas de Poker

As mãos de Poker mais loucas e insanas dos últimos anos.
Com os jogadores de poker Daniel Negreanu, Phil Hellmuth, Phi Ivey, Erik Seidel, Tom Dwan, Mike Matusow, Sam Farha, Tony G, Patrik Antonius, Elky Bertrand, Masa Kagawa, Duhamel, Mizrachi, Jarvis, Nickman, Kallakis, Flanders, Geller, Romanello, Rheem e outros.

Crazy Poker Hands.